• Gazeta News

Por matar a fome do povo, querem cassar Mara Boca Aberta.


A PERSEGUIÇÃO CONTRA A FAMÍLIA BOCA ABERTA NÃO TEM FIM


Marcus Ginez, candidato derrotado nas últimas eleições em Londrina pelo PSD, ingressou na Justiça Eleitoral, do dia 23 de outubro, contra a “Família Boca Aberta”.

MARA BOCA ABERTA começa seu mandato sendo tão perseguida quanto foi o deputado, que havia sido eleito como vereador mais votado da história de Londrina e posteriormente como Deputado Federal. Pelo simples fato de acompanhar seu marido no cotidiano, como toda a boa esposa faz e tem feito. Vale ressaltar, que a ação social pode ser empregada por qualquer pessoa fora do período eleitoral, e qualquer menção dentro do prazo teria que ser provada. Mara Boca Aberta se descompatibilizou de suas atividades na TV aberta antes do prazo estabelecido pela justiça eleitoral, que nunca utilizou de propaganda paga em suas redes sociais, e apenas fez a movimentação natural da redes para entretenimento próprio.

A visibilidade do marido, foi adquirida por ser um bom parlamentar, suas redes sociais são movimentadas porque ele é uma figura pública e tem e o dever de dar publicidade a seus atos parlamentares.


O candidato derrotado alega abuso de poder econômico e político.



Em resumo, a ação cita alguns gastos, em parte feitos com dinheiro público, antes e durante o período eleitoral.

Em alguns outdoors, aparecem os três e o gasto com o material foi pago com dinheiro da Câmara dos Deputados. Também está descrito na ação, a entrega de cestas básicas, antes e durante o período eleitoral. Bem como o alcance das redes sociais do deputado e sua publicidade, também consta na ação. Na qual descreve gastos, com verba parlamentar. O uso de uma TV Educativa, também é citado na ação, onde há propaganda de campanha, da candidata Mara Boca Aberta, em um período onde a campanha é vedada.




A ação recebeu nesta quinta-feira (17) recebeu o parecer do Ministério Público Eleitoral e nele, o promotor eleitoral, Ricardo Alves Domingues, manifesta três apontamentos:


1ª – pela exclusão do investigado MATHEUS VINICCIUS RIBEIRO PETRIV do polo passivo da presente demanda;

2ª – pela procedência da presente Ação de Investigação Judicial Eleitoral com relação aos investigados EMERSON PETRIV e MARLY DE FÁTIMA RIBEIRO, com a incidência das disposições da Lei Complementar nº 64/90, artigo 22, inciso XIV,

3ª – pelo encaminhamento dos autos à Procuradoria Regional Eleitoral para determinação das providências que entender cabíveis, tendo em vista que o investigado EMERSON PETRIV é titular de mandato de deputado federal, conforme o que preceitua o artigo 2º, parágrafo único, inciso II combinado com o artigo 22, XIII, da Lei Complementar nº 64/90.


Ou seja:


Mara Boca Aberta, vereadora mais votada em Londrina pelo PROS, eleita como a vereadora mais votada dos 86 anos da história da cidade. Feito este realizado na mesma época histórica em que 7 mulheres foram eleitas, sendo a mais votada dentre todos os vereadores do pleito com 6.192 votos. Já começa mandato com perseguição política e judicial, mas isso não há assusta qualquer denunciação caluniosa tem que ser provada.


Matheus Petriv (Deputado Estadual), foi retirado da ação por ausência de legitimidade e provas.


Leia um trecho da decisão:

Mais uma vez, todavia, não há nenhum indício de que MATHEUS VINICCIUS RIBEIRO PETRIV teria concorrido para a prática de tal conduta, visto que não há comprovação de que tenha realizado qualquer postagem ilegal nesse sentido.


Emerson Petriv (Boca Aberta – Deputado Federal), não ganhou a eleição, mas continuará sendo perseguido judicialmente, até que comprovada sua inocência e legitimidade de veicular propaganda concedida ora pelo seu cargo de Deputado Federal. Não passará de outro processo em sua ficha, com extensa perseguição política.

O Deputado Federal, Boca Aberta (PROS), enviou resposta, após ser questionado sobre a manifestação.

“Isso é um parecer Ministerial. Isso é natural do Ministério Público e eu respeito a decisão. Chega a ser patético e vergonhoso a denuncia de um candidato derrotado”, afirmou o deputado Federal, Boca Aberta.

Em entrevista com outros canais

O deputado Boca Aberta conversou com a reportagem e minimizou a importância do parecer.

"O papel do Ministério Público é esse, é acusar. Se tiver ação, vamos arrolar testemunhas, vamos facilmente provar a verdade nos autos". Ele negou qualquer irregularidade e disse que o objetivo da ação é prejudicar sua família.
"Eu comprei cesta básica e dei para o povo comer em um momento difícil, durante a pandemia. Eu faço isso (doar cestas básicas) desde quando assumi o mandato de deputado federal em 2019. Eu pago com o meu dinheiro. O salário é meu. Se eu quiser rasgar e jogar todo mês na privada, na rede de esgoto, eu jogo", disparou.